Cuidando de nós

Wanda Sykes

Diagnóstico surpresa

A atriz e comediante norte-americana Wanda Sykes, após ter feito uma cirurgia de redução de mama no início do ano, descobriu um diagnóstico de câncer. Decidiu, então, fazer mastectomia dupla. Parece assustador, mas ela fez essa opção para evitar que a doença retorne, já que havia um histórico na família. Sua mãe teve a doença.

Em entrevista a um programa de televisão famoso nos EUA, o The Ellen DeGeneres Show, Wanda falou do assunto com muito bom humor. Ela relata à apresentadora que possuía seios muito grandes e que sentia muitas dores nas costas, por isso decidiu fazer uma plástica. Mas durante um exame, a doença foi constatada no seio esquerdo. Ela se considera com sorte pois o câncer estava em estágio inicial.

A comediante argumenta sobre sua decisão dizendo que teria de fazer mamografia e  ressonância magnética de três em três meses, mas não é disciplinada para manter essa rotina. A mastectomia dupla foi a solução que ela encontrou para não voltar a ter a doença.

Wanda Sykes tem 47 anos, é lésbica assumida e tem dois filhos gêmeos de 2 anos de idade com sua esposa Alex. A descoberta da doença e a mastectomia aconteceram em fevereiro deste ano mas, somente agora ela falou sobre o assunto, pois não queria se tornar “garota propaganda” para a luta contra o câncer, apesar de apoiar a causa.

Wanda descobriu a doença por acaso, mas nem sempre podemos contar com a sorte. Principalmente quando o assunto é a nossa saúde. É um compromisso consigo mesma realizar o autoexame e tomar todas as precauções orientadas pelos médicos para a descoberta precoce do câncer de mama e outras doenças. O número de casos dessa patologia vem aumento ao longo dos anos. No Portal Geledés encontramos uma página com informações completas.

Não deixe para depois!

Anúncios

Ela faz a diferença – PÉROLA NEGRA

Dra. Elaine

Dra. Elaine - Pérola Negra

“Lute pelos seus sonhos, porque eles não envelhecem.”
Se temos que aprender algo na vida, é acreditar em nós mesmos. E exemplos não nos faltam, para nos inspirar e nos motivar nas nossas lutas do dia-a-dia. Se, às vezes, reclamamos da vida, que seja apenas por um momento de desabafo. Não incorporemos o pessimismo, o sentimento de menos valia ou de pobre vítima. Nada pode servir como desculpa para não lutarmos pelos nossos sonhos. Nem mesmo a falta de oportunidade. A maior dificuldade está dentro nós mesmos. Nosso maior inimigo é a nossa falta de vontade.

Mas, nem todo mundo se deixa acorrentar pelo conformismo. É o caso da Dra. Elaine Pereira da Silva, que enfrentou muitas batalhas até conseguir se formar médica, realizando assim, o seu grande sonho.

Quando a “Pérola Negra” me adicionou no seu perfil do Facebook, deu-me boas-vindas calorosamente, apresentou-me sua história e despertou em mim a ideia de entrevistá-la para o blog. No seu breve contato percebi a simplicidade e a humildade características das almas que se destacam. E foi com esse tom atencioso que a Dra. Elaine aceitou o meu convite.

A entrevista se deu por e-mail porque moramos em cidades diferentes, porém, apensar de parecer, nosso contato não foi distante, nem tampouco fria. Ao contrário. Doutora Elaine foi muito gentil cedendo-me um pouco do seu tempo e até me presenteou com seu livro “Pérola Negra – História de um caminho”.

Segue, então, a entrevista. Tenho certeza que a história e a personalidade desta mulher negra e destemida irá emocionar e inspirar a todas nós.

Belezas de Kianda: Como foi a sua infância?

Dra. Elaine: Foi feliz, embora eu tenha vivido em meio à pobreza. Minha mãe, D. Ana (empregada doméstica), era uma mulher muito especial, por isto meu livro é dedicado à ela. Ela fazia de tudo, no seu tempo livre, para nos trazer alegrias, ensinava brincadeiras de quintal, contava histórias, “causos”, enfim, nos divertíamos bastante com o pouco que tínhamos. Tenho muita saudade desta época.

BK: Como surgiu sua vontade de ser médica?

Não sei exatamente, mas me lembro que, aos dez anos de idade, eu falei pro Dr. Luis, meu pediatra num convênio médico chamado Comepa, da firma onde meu pai trabalhava como pedreiro, a Filex. Ele sabia que eu era negra e muito pobre, mas ele me disse: “Você vai ser!”. Porque ele percebia que eu era bem inteligente, e que, talvez, conseguisse conquistar este sonho, mesmo sendo tão pobre.

O que não imaginávamos é que eu adoeceria gravemente, quando estivesse quase conquistando este sonho, o qual seria adiado por mais três anos.

BK: Na escola de medicina, certamente não haviam muitas mulheres negras e com a mesma origem social que você. Como você se sentia no meio dos outros alunos?

Não é que não havia muitas… (risos) não havia mais nenhuma além de mim! (risos) Em minha turma havia uma outra moça negra, mas ela veio de classe média – era outra história… Negra e pobre – havia apenas eu. Antes de adoecer eu tinha, desde a adolescência, um complexo de inferioridade muito grande. A sociedade me tratou como inferior, porque eu era negra e pobre, e eu acreditei que, de fato, era inferior… E também me sentia muito feia, o que fez de mim uma pessoa extremamente tímida, retraída, sempre me sentindo o “patinho feio”. Isto é péssimo. Falei a Jô Soares que só perdi este complexo de inferioridade mediante uma lesão cerebral aos 30 anos, no quinto ano de Medicina Unicamp. É muito triste saber que eu precisei enfrentar a morte pra descobrir que eu tinha valor. Falei pro Jô que o pior do racismo não é o negro ser tratado como inferior – o pior é ele sentir-se como tal. Lembro-me de que ele concordou. Minha entrevista com ele pode ser vista em meu site, em banda larga: www.doutoraelaine.com.

BK: No momento da sua doença, quem estava do seu lado?

Bem… você quer dizer quem continuou ao meu lado… porque, na verdade, quase o mundo inteiro me virou as costas. Todas as pessoas com as quais convivi por anos me abandonaram, exceto duas: o Dr. Fabrício Caneppele, que é como um irmão, e estudava comigo – e o Prof. Dr. Jamiro S. Wanderley, da Unicamp, que foi como um pai nessa hora. Só estes dois e mais algumas poucas pessoas que se achegaram ao longo dos anos.

BK: Você achou que estava tudo perdido?

Sim. Eu pensei em suicídio por três anos, pela quantidade de dores na carne e na alma… E hoje, dou palestras falando contra o suicídio. Muitas vezes, pensei que havia nadado muito, pra morrer na praia… Eu estava enganada. Deus queria que eu vencesse a lesão cerebral e o mundo inteiro atrás dela, para, um dia, levantar minha bandeira de vitória e contar como foi o caminho. Meu livro se chama “Pérola Negra – História de um Caminho” pois ele conta todas as grandes pedras que tinha no meio do caminho, e também conta que o AMOR de alguns poucos foi a minha salvação. O Amor de Deus e de meus poucos amigos! Também chama-se “Pérola Negra” em função do processo de formação da pérola. É uma ostra que foi agredida e, para se defender da agressão, ela produz a pérola. Ostras que não foram agredidas, invadidas, não produzem pérolas. E eu sou negra: pérola negra, a qual é muito rara.

BK: Quais as discriminações que você sofreu nesse período?

Inúmeras… Eu digo que a discriminação que enfrento até hoje foi como se falava da Anistia: ampla, geral e irrestrita… Desde professores da Unicamp, até faxineiras da Unicamp… Na verdade, até da minha família – conto tudo em meu livro.

BK: Existe alguma sequela da doença?

Como Drummond escreveu na sua poesia “Resíduo”: ‘De tudo fica um pouco’. Esta é uma das 122 epígrafes do meu livro. Eu ainda convivo com algumas poucas sequelas da doença, bem minimizadas, pois recebi um milagre de Deus. Restabeleci 80% da memória recente a qual ficou seriamente prejudicada por três longos anos, após a lesão em 93. Ainda tenho mais sono que as outras pessoas. E convivo com nove doenças psicossomáticas, as quais são sequelas da discriminação que até hoje enfrento em função do que vivi há 18 anos…

BK: Você considera a sua recuperação um milagre?

Com certeza. Ainda hoje, a Medicina não recupera cérebro: só estraga. A minha lesão cerebral foi negligência médica de um professor meu, da Unicamp, a quem estou processando. E acredito que, se eu não fosse negra e pobre, eu não teria sofrido esta negligência e visto meu mundo implodido. Se houver justiça, eu ganho a causa. Veremos.

BK: Como foi sua volta aos estudos?

Foram várias voltas… (risos). Sempre que pude, estudei, e quando piorei, parei novamente. Eu já havia perdido dois anos de faculdade pela lesão cerebral em 93. Voltei a estudar em 95. Quando faltavam oito meses pra me formar, em 96, sofri a segunda negligência médica. Passei por cadeira de rodas, muletas, tive os músculos e nervos lesados por um diabetes altíssimo (742 mg/dL – referência da época era 110 mg/dL). Parei de estudar novamente, perdendo assim o terceiro ano de faculdade. E quando já suportava a dor nas pernas e fui tentar voltar, sofri outra discriminação seriíssima, que me atrasou o diploma em mais quatro meses. A Comissão de Graduação barrou minha matrícula: disseram que eu não tinha “postura médica”. Postura médica é prepotência. Eu não tenho mesmo. Fiquei quatro meses como estagiária, provei que estava bem, e recuperei minha matrícula, quatro meses atrasada. Foram coisas assim que me encheram a alma de mágoa e o corpo de doenças psicossomáticas. Dizem que, se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia. Mas eu vou dar um, mesmo assim, a quem quiser: se possível, não guarde mágoa – ela só fará mal a você mesmo. Os que te magoaram continuarão suas vidas, impunemente. Se puder, não guarde mágoa em seu coração!

BK: Depois de formada, qual foi a sua busca?

A busca foi exercer a Medicina como eu acho correta. A melhor possível, para qualquer pessoa, de qualquer nível sócio-econômico-cultural. Infelizmente para nós, brasileiros, a saúde pública está configurada para um mau atendimento: a consulta rápida e superficial. Em função de querer atender minuciosamente, para evitar erros como os que sofri, eu fui discriminada até o ponto de abandonar um cargo onde eu era médica concursada na prefeitura de Campinas, e ir embora da cidade. Rodei o país, enfrentei discriminação fora de Campinas também, e voltei pra cá quinze meses depois.

BK: Como é o trabalho voluntário que você realiza em Vila Brandina?

Há um atendimento beneficente, ligado à Casa de Jesus. Fiquei lá por cerca de dez anos e, o quanto pude, atendi Clínica Geral de Adultos e Crianças. Gosto mais das crianças – elas são mais honestas.

BK: Todos nós sabemos que a saúde pública no Brasil é precária, praticamente falida. Como você vê as políticas públicas voltadas para a saúde da mulher?

Eu acho que elas existem mas, infelizmente, não atingem a maioria da população. Ainda ontem, falando com uma amiga que mora em Santos – SP, ela me disse que no Centro de Saúde ao qual pertence, só há médico e dentista às quartas-feiras… Isto em Santos! Imagine nos lugares mais afastados!  Lembro-me de uma paciente que atendi no PSF (Plano de Saúde da Família) em Paranaíba – MS, onde trabalhei em 2004, por três meses. Ela chorava à minha frente, literalmente, porque achava que estava com câncer de mama. Já tinha pedido ao médico Ginecologista da cidade para examiná-la e, segundo ela, ele não lhe encostou a mão e disse-lhe que ela não tinha nada. Eu a examinei e, realmente, encontrei uma tumoração palpável, relativamente grande em uma das mamas, a qual poderia mesmo ser maligna. O caminho correto seria eu encaminhá-la ao Ginecologista da cidade. Mas, acreditando em seu relato, encaminhei-a, com urgência, direto ao Centro Oncológico de referência, que ficava em outra cidade. Penso que meus colegas médicos, se conseguissem atender a cada paciente como se fosse um ente querido seu, teriam um sucesso muito maior. Mas também devo dizer que não é só culpa dos médicos o mau atendimento. Todo o sistema público de saúde carece de recursos generalizados. É preciso que os governos cumpram o que prometem nas campanhas eleitorais, dedicando muito mais verbas à saúde do que existe hoje. Claro que o povo também precisa aprender a cobrar os seus representantes eleitos. É preciso mais profissionais de saúde, mais postos de saúde, postos e hospitais com equipamentos atualizados e em condições de uso, salários muito acima do que se pratica hoje, exames feitos em muito menor tempo do que é agora. É preciso que se dê condições de existir qualidade técnica na rede pública e, assim, poder cobrar que ela exista. Se o dinheiro que sai pelo ralo da corrupção viesse pra saúde e pra educação, o país estaria salvo.

Livro Pérola Negra

BK: Quando e por que resolveu escrever um livro?

Quando sofri a segunda negligência médica – a que me colocou na cadeira de rodas, meu amado professor Jamiro indicou-me contar minha história em um livro. Eu já havia começado e abandonado o projeto bem no início, pouco antes disto. Ele encorajou-me a voltar a escrever, porque achou que seria uma história com potencial de animar as pessoas a lutarem pelos seus sonhos. A ideia é dizer ao mundo que somos maiores do que nos supomos, e que sonhos não envelhecem!

BK: Você esperava que sua história tivesse tanta repercussão?

Na verdade, eu gostaria que tivesse muito mais repercussão do que teve…(risos) Eu trago comigo um sonho de transformar meu livro em um filme longa-metragem. Está, como tudo, nas mãos de Deus.

BK: Você ainda realiza palestras? Como são e onde costuma realizá-las?

Sempre que sou chamada, eu levo minha história e divulgo meu livro. Minha palestra não se aplica a nenhum público específico. Ela pode ser útil a qualquer pessoa mortal, que possa ter um problema minimamente grande, hoje ou amanhã, e que poderá, talvez, utilizar-se do meu livro e da minha palestra, de alguma forma. Meu celular é (19) 9718-5095. O e-mail é doutoraelaine@doutoraelaine.com. Pelo meu site, também podem me escrever.

BK: Onde você trabalha atualmente, além do serviço voluntário?

Na verdade, atualmente não estou trabalhando em lugar algum. Em função das minhas doenças psicossomáticas, precisei me afastar de todos os trabalhos há alguns meses. Mas, como a vida continua, voltei a estudar. Neste ano, retomei meu curso de pós-graduação em Perícia Médica e Medicina do Trabalho.

BK: Toda essa luta que você enfrentou deixou alguma sequela na tua alma?

(Risos) acho que isto já foi respondido…

BK: Que mensagem você gostaria de deixar para a leitora do BK?

1) A frase da música “Clube da Esquina número dois” de Lô Borges, Márcio Borges e Milton Nascimento:

“Porque se chamavam homens, também se chamavam sonhos e sonhos não envelhecem.”

2) “O tempo é escasso – mãos à obra! Primeiro, é preciso transformar a vida, para cantá-la em seguida.” (Maiakóvski)

E, finalmente, a mensagem que já vem impressa na página das dedicatórias do meu livro, de minha autoria:

“Plante, adube e regue a árvore da sua Felicidade. Ela dá flores lindas!”

Coisa de preta

Cuidar do corpo também é cuidar dos sentimentos.

Certamente você já ouviu dizer que o melhor segredo de beleza é a autoestima. E isso é verdade. Nosso corpo reflete o que sentimos.

Raiva causa rugas e dor de estômago. Excesso de preocupações não nos deixa dormir direito, resultando em horríveis olheiras e dor de cabeça. Mágoas, culpas e autopiedade nos fazem arrastarmos em depressão, deixando-nos doentes e feias. Os motivos são muitos para nos sentirmos mal conosco mesmas e com o mundo. Problemas no trabalho, com a família ou com o parceiro podem nos derrubar e nos fazer desistir de nós mesmas.

O melhor remédio pra isso é não nos entregarmos. Se seu coração anda carregado de sentimentos ruins, mude isso agora mesmo. Existimos no mundo para sermos felizes.

Beleza tem tudo a ver com saúde. Então, olhe-se no espelho e para dentro de si mesma. Resgate aquela mulher guerreira  que se ama e enfrenta o mundo. Não se deixe abater por desrespeitos, humilhações ou traições. Seja mais você.

Ser saudável e bonita nos faz mais atraentes em todos os sentidos. Exalar alegria e autoconfiança faz o mundo nos olhar, nos respeitar e nos imitar. A melhor receita para ser bonita é se amar.

Coisa de preta

Sou gordinha e feliz!

A mídia vive nos bombardiando com imagens de mulheres MAGRAS. Tenta nos convencer de que os manequins pequenos é que são o ideal para sermos aceitas num emprego, conquistarmos um parceiro, para sermos felizes, enfim, para fazermos parte do mundo dos belos. Mas, peraí! QUER DIZER QUE NÃO HÁ ESPAÇO PARA OS NOSSOS PNEUZINHOS? Tudo bem que é meio complicado encontrar roupas legais que caiam bem, usar biquine na praia não é tão tranquilo, mas também não me sinto nenhum monstro. Eu gosto do que vejo quando me olho no espelho. Quando saio nas ruas, ouço uns elogios, alguns até meio cafas. Não tenho dificuldade para encontrar um parceiro (pelo menos não por esse motivo). Consigo dançar a noite inteira sem por a língua pra fora. Então, por que as gordinhas sofrem tanto preconceito? Tem loja que sequer tem o nº 46, que não podemos considerar um manequim de gordinha. O tamanho G é para magras, aliás, magérrimas. Tudo bem que tem os tamanhos GG,  XG e XGG (o meu pára no GG, tá? rs). Mas a moda realmente não nos favorece. Outro lance complicado pra quem é fofinho, são as roletas de ônibus. Têm ônibus tão apertado que deveria ser proíbido de circular. Acho que nesse caso, os gordinhos não são os únicos prejudicados.

Tá um pouquinho apertado, mas vou usar assim mesmo!

Mesmo com tudo isso contra, ainda continuo me sentindo bem. Não tenho nenhuma vergonha em publicar fotos minhas de corpo inteiro nas redes sociais. Tá legal, é chato quando aquela calça  M A R A V I L H O S A  não tem o meu número, mas mesmo assim, ainda não pensei em fazer dietas raicais nem sair por aí de burca. Existem certos truquinhos que a gente faz pra disfarçar o que está sobrando. Aí, dignidade mantida!

Eles gostam é de carne.

Qual é a grande questão de estar acima do peso? Sentir-se bem dentro daquela roupa que você gosta? Comer o que você está afim sem morrer de culpa? Ou ser atraente apesar das medidas à mais?

Muitos homens dizem não gostar de mulheres muito magras, que as tops super famosas não fazem tanto sucesso entre eles. Que ter celulite é um complexo que só está na cabeça das mulheres. Tá bom! Mas será que isso é verdade? Ou será tudo balela? Taí, eu queria que um homem falasse sobre isso honestamente e sem rodeios. Até porque, a opinião deles também é importante.

Mas eu acredito que sentir-se atraente é uma questão de autoestima. E isso atrai sem dúvida nenhuma. Uma mulher confiante exala sedução!

Os riscos do sobrepeso.

Roupa apertada, falta de opção nas lojas, estar fora do padrão de beleza imposto pela mídia, não devem ser as únicas preocupações de quem está acima do peso. Essa é a grande verdade. Pois estar acima do peso é mais que uma questão de estética. Além desses detalhes chatos, há também os riscos à saúde. Quem tem sobrepeso corre o risco de se tornar obeso e, com a obesidade, vem os riscos de doenças como a diabetes, hipertensão, problemas cardíacos, apneia do sono (o famoso ronco), alguns tipos de câncer e por aí vai. Fora o risco de tornar-se dependente de remédios para emagrecer e depressão.

Na boa, qualquer indício de um mal-estar, devemos logo procurar um médico. Fazer exames periodicamente também é importante para prevenção. E, querendo fazer dietas, TEM QUE SER COM ORIENTAÇÃO MÉDICA. Nada de se aventurar em fórmulas mágicas, chazinhos e coisas afins receitadas pela amiga.

Eu me gosto! Eu me aceito!

Acredito que tudo é uma questão de equilíbrio. Como diz minha mãe: nem tanto o céu, nem tanto o mar. Sentir-se bem e feliz com a própria aparência é fundamental. Mas também não devemos nos esquecer de cuidar da nossa saúde que, afinal, tem que vir em primeiro lugar. Nada de mergulharmos na onda da beleza por padrão, vendida como ideal, entrando na loucura de dietas ou receitas milagrosas para emagrecimento, mas também ninguém é feliz doente e cheio de limitações. O perigo do sobrepeso é estar no limite da obesidade, que pode caminhar para uma obesidade mórbida. Por isso, temos que nos cuidar. Ser feliz, antes de tudo, é também ser saudável.

Para nos inspirar

www.lovebrownsugar.com

www.lespitreriesdevanoue.com

www.gabifresh.com

www.leblogdebigbeauty.com

big-or-not-to-big.over-blog.com

blog.evans.co.uk

thecurvyfashionista.mariedenee.com

www.gordinhaslindas.com

www.gmaravilhosas.com

www.gordinhasassumidas.com.br

Gordinhas famosas.

Jennifer Hudson

JENNIFER HUDSON. Já era linda quando gordinha. Depois da dieta ficou muito diferente.

Queen Latifah

QUEEN LATIFAH. Sempre capricha no look.

Jill Scott

JILL SCOT. Ela é muito estilosa. Adoro!

Até a próxima!

♥ ♥ ♥

[ o corredor está cheio de sonhos difíceis ]

blog da Revista Espaço Acadêmico

Revista Espaço Acadêmico, ISSN 1519-6186 – ANO XVII - Mensal - Conselho Editorial: Ana Patrícia Pires Nalesso, Ângelo Priori, Antonio Ozaí da Silva, Carlos Serra, Celuy-Roberta Hundzinski, Eliel Machado, Elisa Zwick, Eva Paulino Bueno, Henrique Rattner (in memoriam), Josimar Priori, Luiz Alberto Vianna Moniz Bandeira (in memoriam), Paulo Cunha, Raymundo de Lima, Renato Nunes Bittencourt, Roberto Barbato Jr., Rogério Cunha de Castro, Rosângela Praxedes e Walter Praxedes. Editor: Antonio Ozaí da Silva

Mamapress

Um Olhar Afro e Indígena na Europa

CENPAH

Centro Pastoral Afro Pe. Heitor

Odara

MULHER PRETA NO PODER!

Blogueiras Negras

Pela autoestima da mulher negra.

Eu Prefiro Crespo!

Blog pra quem ama ser do jeito que é.

Loc'd Life Magazine

Loc'd Life Magazine. The place for locs on the web. Loc'd Life is your guide to care and maintenance, people with locs, products, styles and nutrition to nourish your locs from within. www.locdlife.com

SPIRITO SANTO

"Cuide dos sentidos que os sons cuidarão de si mesmos'

So Shopaholic!

por Fernanda Alves

Boutique De Bandeaux

Thick Hair, Curly Hair, & Natural Hair Accessories!

sarety poulain

mulherzinha tricoteira agridoce!

BLOG DIVAS

Tudo o que a mulher acha indispensável e nem tão indispensável assim!

make YEAH!

Uma forma diferente de falar sobre beleza.

The Margin

Saying What Everyone is Thinking since 2009

Blog Vivi Reis

Opiniões sobre moda e tendências

Angolanas Naturais e Amigos

A casa da carapinha Angolana

Like a Whisper

Feminism, Critical Race Consciousness, Queer Politics, & Dr. Who Too?!?

versosvivos

minhas palavras e outros versos

WordPress.com

WordPress.com is the best place for your personal blog or business site.

%d blogueiros gostam disto: